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Agravo De Instrumento Execução Fiscal Pedido De Inclusão Do Ex

Jurisprudência - Direito Civil

AGRAVO DE INSTRUMENTO - EXECUÇÃO FISCAL - PEDIDO DE INCLUSÃO DO EX-SÓCIO NO PÓLO PASSIVO DA DEMANDA -RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA - LIMITAÇÃO AOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS RELATIVOS A OPERAÇÕES ANTERIORES À SUA RETIRADA DA EMPRESA - RECURSO IMPROVIDO. Remanesce a responsabilidade do ex-sócio da empresa quanto aos débitos tributários referentes a período em que integrava o quadro societário, não podendo ser incluído em execução fiscal fora dessa situação jurídica. (TJMT. AI, 131623/2009, DR.ANTÔNIO HORACIO DA SILVA NETO, TERCEIRA CÂMARA CÍVEL, Data do Julgamento 12/07/2011, Data da publicação no DJE 22/07/2011)

LOCAÇÃO. AÇÃO DE COBRANÇA. CONTRATO DE LOCAÇÃO POR TEMPORADA DE VERANEIO. PRORROGAÇÃO DO CONTRATO. VALOR DO ALUGUEL. BAIXA TEMPORADA. Quando não há consenso entre as partes quanto ao valor do aluguel mensal a ser pago, na baixa temporada, pelo período em que o contrato de locação por temporada no veraneio foi prorrogado, faz-se necessária a realização de prova pericial a fim de se apurar o valor devido. Assim, impõe-se, de ofício, a extinção do feito, sem julgamento do mérito, com a devolução dos autos ao juízo de Primeiro Grau, para a produção da prova pericial que apurará o valor do aluguel devido. SENTENÇA DESCONSTITUIDA, DE OFÍCIO, E APELAÇÃO PREJUDICADA. (Apelação Cível Nº 70004483228, Décima Quinta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Ricardo Raupp Ruschel, Julgado em 26/02/2003)

AGRAVO DE INSTRUMENTO – AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS – LEI DE IMPRENSA–ARROLAMENTO DE TESTEMUNHAS – JULGAMENTO DA AÇÃO DA QUAL ORIGINOU O RECURSO – PERDA DO OBJETO – Extinção do procedimento recursal. (TJSC – AI 00.014422-3 – 1ª C.Cív. – Rel. Des. Wilson Augusto do Nascimento – J. 20.02.2001)

AGRAVO INTERNO – CADASTROS DE INADIMPLENTES – ÓRGÃOS FEDERAIS – Ainda que presente autorização legal para os cadastros de inadimplentes, quando controvertido o débito, recomenda-se a não inscrição do devedor , e, relativamente aos bancos de dados operados por instituições públicas, suficiente a comunicação da medida judicial. Agravo interno desprovido. (TJRS – AGV 70003948239 – 16ª C.Cív. – Rel. Des. Paulo Augusto Monte Lopes – J. 13.03.2002)

ADMINISTRATIVO – AGENTE FISCAL DO TESOURO DO ESTADO – GRATIFICAÇÃO DE PERMANÊNCIA NO SERVIÇO ATIVO – REVOGAÇÃO – Ato administrativo, desvio de finalidade que não se ostenta. Ato discricionário, suspensão que se pode operar a qualquer tempo, justificando-se a concessão quando a permanência for conveniente para o serviço. Ausência de pressupostos a tutela antecipatória. Agravo desprovido. (TJRS – AGI 70003435807 – 3ª C.Cív. – Rel. Des. Luiz Ari Azambuja Ramos – J. 21.02.2002)

CONSUMIDOR. TELEFONIA CELULAR. TÉRMINO DA PROMOÇÃO DE MIL MINUTOS, QUE TINHA VIGÊNCIA POR PRAZO DETERMINADO. AUSÊNCIA DE CIENTIFICAÇÃO DO CONSUMIDOR. VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA. DESCONSTITUIÇÃO DA PRIMEIRA FATURA GERADA APÓS O TÉRMINO DA PROMOÇÃO. CONDENAÇÃO DA RÉ À REEMISSÃO DESSA FATURA, CONSIDERANDO VIGENTE A PROMOÇÃO DE MIL MINUTOS. AS DEMAIS FATURAS NÃO DEVEM SER DESCONSTITUÍDAS PORQUE A CONSUMIDORA JÁ ESTAVA CIENTE SOBRE O TÉRMINO DA PROMOÇÃO. Recurso parcialmente provido. (Recurso Cível Nº 71001635580, Segunda Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Maria José Schmitt Santanna, Julgado em 04/06/2008)

APELAÇÃO CÍVEL. OCULTAÇÃO DE BENS NA PARTILHA. SOBREPARTILHA. POSSIBILIDADE. ANÁLISE DA QUESTÃO DE FUNDO. IMPOSSIBILIDADE. SUPRESSÃO DE GRAU DE JURISDIÇÃO. 1- Mostra-se plenamente possível que se processe a ação de sobrepartilha dos bens móveis que não constaram da descrição dos bens a serem partilhados nos autos do divórcio direto anteriormente levado a efeito. 2- Não merece ser enfrentada a questão relativa ao direito da recorrente sobre os bens que agora pretende partilhar, sob pena de supressão de um grau de jurisdição, ainda mais considerando que o processo não se encontra apto a ser julgado na forma do disposto no §3º do art. 515 do CPC. Apelo parcialmente provido. (Apelação Cível Nº 70020321337, Oitava Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: José Ataídes Siqueira Trindade, Julgado em 09/08/2007)







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