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Multa Prevista No Art 601 Do Cpc Não

Jurisprudência - Direito do Trabalho

MULTA PREVISTA NO ART. 601 DO CPC – Não se configura ato procrastinatório ou atentatório à dignidade da Justiça a utilização de medida legalmente prevista pela parte, mormente quando persistem dúvidas interpretativas no título constitutivo. Assim, tal fato não enseja a aplicação da cominação estatuída no art. 601 do CPC. (TRT 12ª R. – AG-PET . 8697/2001 – (02896/2002) – Florianópolis – 2ª T. – Rel. Juiz João Cardoso – J. 20.03.2002)

Horas extras. Comissionista puro. Restando demonstrado que o reclamante era remunerado exclusivamente por comissões incidentes sobre o valor das vendas realizadas, o pagamento das horas extras deve limitar-se apenas ao adicional de 50% e respectivos reflexos em outras verbas, vez que as horas simples realizadas já foram remuneradas pelo pagamento das comissões, conforme entendimento cristalizado por meio da súmula 340 do TST. (TRT/SP - 01593200702102006 - RO - Ac. 12ªT 20090966567 - Rel. ADALBERTO MARTINS - DOE 27/11/2009)

JORNADA LABORAL – HORAS REGISTRADAS NOS CARTÕES-PONTO – VALIDADE – São válidos os registros de horário efetuados nos cartões-ponto quando não desconstituídos por outro meio de prova. (TRT 12ª R. – RO-V . 7387/2001 – (01916002) – Florianópolis – 1ª T. – Relª Juíza Licélia Ribeiro – J. 21.02.2002)

EMPREGADA GESTANTE – GARANTIA DE EMPREGO – CONFIRMAÇÃO EXTEMPORÂNEA – NÃO-CABIMENTO – Por expressa disposição constitucional, a garantia de emprego da gestante ocorre a partir da confirmação da gravidez, que se exige seja feita na vigência do contrato, ainda que no prazo do aviso prévio indenizado. (TRT 15ª R. – RO 14607/2000 – Rel. Juiz Luiz Antônio Lazarim – DOESP 04.03.2002)

HORAS EXTRAS E REFLEXOS – Indevidas em face ao conjunto probatório dos autos, que militou em desfavor da tese do reclamante. Recurso Ordinário conhecido e a que se nega provimento. (TRT 11ª R. – RO 1592/2001 – (453/2002) – Rel. Juiz Othílio Francisco Tino – J. 07.02.2002)

NATUREZA DO VALOR PAGO ANTES DA ADMISSÃO DO RECLAMANTE. Embora se evidencie pelos elementos probatórios trazidos aos autos que o valor alcançado ao reclamante antes da sua admissão, apesar de revestido da natureza formal de empréstimo, bem como por objetivo angariar empregados qualificados no mercado de trabalho, os quais de comprometem a permanecer no emprego por um determinado período, não há como atribuir natureza salarial a essa importância, visto que se trata de ?bônus de admissão? sujeito a condição: ou o empregado permanece no emprego pelo prazo estipulado e o empréstimo deixa de existir, ou, como ocorreu na presente hipótese, o empregado pede demissão do emprego e o contrato de empréstimo é executado. Recurso do reclamado que se provê. (TRT4ª Região, RO-00355.2003.004.04.003-3 - Relatora Juíza Convocada Denise Pacheco, j. 25/04/2005, extraído do site do Tribunal).

INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. EQUIPARAÇÃO A ACIDENTE DE TRABALHO. Restou demonstrado nos autos que o infortúnio ocorrido com o Reclamante se deu quando este não estava a serviço da Reclamada, não havendo previsão legal no sentido de ser o Empregador responsável por acidentes ocorridos com seus empregados no decorrer de atividades exclusivamente de interesse pessoal, ainda que estas sejam executadas, em tese, no horário de trabalho. Recurso a que se nega provimento para manter a r. sentença que julgou improcedentes os pedidos de indenização por danos morais e materiais em virtude de o acidente sofrido pelo Reclamante não ser equiparado a acidente de trabalho. (TRT23. RO - 00113.2008.026.23.00-8. Publicado em: 27/06/08. 2ª Turma. Relator: DESEMBARGADORA LEILA CALVO)







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