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Apelação Crime Delito De Trânsito Artigo 307 Do Ctb Razões

Jurisprudência - Direito Civil

APELAÇÃO CRIME. DELITO DE TRÂNSITO. ARTIGO 307 DO CTB. RAZÕES EM SEPARADO. Esta Turma vem acolhendo as razões de apelação interpostas em separado, quando autorizada pelo juízo de primeiro grau e observado o prazo de apresentação, preservando os princípios da ampla defesa e do contraditório. MÉRITO. Comprovado que o réu pilotava motocicleta estando proibido de dirigir por sentença penal transitada em julgado, deve ser mantida a sentença que o condenou nas sanções do artigo 307 do Código de Trânsito Brasileiro. Desnecessária a comprovação de perigo concreto, bastando a violação da proibição. NEGARAM PROVIMENTO. (Recurso Crime Nº 71001639723, Turma Recursal Criminal, Turmas Recursais, Relator: Alberto Delgado Neto, Julgado em 02/06/2008)

CONSUMIDOR. INADIMPLEMENTO. AUTORIZAÇÃO PARA USO DE CREDIÁRIO. INSCRIÇÃO DO NOME EM ÓRGÃO RESTRITIVO DE CRÉDITO. REGULARIDADE NO APONTAMENTO. DANO MORAL NÃO CONFIGURADO. SENTENÇA MANTIDA. Revelando a prova coligida aos autos de que a demandante autorizou a terceiro a utilização de seu crediário junto à demandada, disso resultando na inscrição de seu nome em órgão restritivo de crédito, ausente é ato ilícito que configure o instituto do dano moral. Ausente o dever de indenizar. Sentença mantida por seus próprios fundamentos. Exegese do art. 46 da Lei nº 9.099/95. RECURSO A QUE SE NEGA PROVIMENTO. (Recurso Cível Nº 71001637263, Segunda Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Maria José Schmitt Santanna, Julgado em 04/06/2008)

PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. CONTRADIÇÃO E OMISSÃO. CPC, ART. 620. INOCORRÊNCIA. I. O art. 620 do CPC, ao dispor que a execução deve ser promovida pelo modo menos gravoso ao devedor, não regula direito substancial, a saber, as regras de direito civil que regem o instituto da solidariedade, fundamento jurídico da decisão agravada regimentalmente. Trata-se de dispositivo processual em nada conflitante a regra segundo a qual a obrigação solidária pode ser exigida de qualquer dos devedores, a critério do credor (Código Civil de 1916, art. 904). II. Embargos de declaração conhecidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento. (TRF1. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 2005.01.00.016902-4/MG Relatora: Desembargadora Federal Maria Isabel Gallotti Rodrigues Julgamento: 03/04/2009)

AGRAVO DE INSTRUMENTO – EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL – SENTENÇA PROLATADA NA INSTÂNCIA ORIGINÁRIA – Perda de objeto – Recurso prejudicado. (TJSC – AI 97.006701-1 – 5ª C.Cív. – Rel. Des. João Martins – J. 08.02.2001)

APELAÇÃO. RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE SOCIEDADE DE FATO. CERCEAMENTO DE DEFESA. CASSAÇÃO DA SENTENÇA.I - Merece ser cassada a sentença quando ocorre cerceamento de defesa.II - Expedido mandado para intimar o réu a apresentar contestação e não tendo sido cumprido por insuficiência de endereço, não pode o juízo desconsiderar tal fato e proferir sentença à revelia daquele.III - Apelação conhecida e provida. Maioria. (TJDFT - 20020710130160APC, Relator NÍVIO GERALDO GONÇALVES, 1ª Turma Cível, julgado em 11/04/2005, DJ 02/06/2005 p. 66)

AÇÃO ORDINÁRIA – CRT – CONTRATO DE PARTICIPAÇÃO FINANCEIRA – Preliminares de impossibilidade jurídica do pedido, de ilegitimidade ativa e passiva, e de prescrição. Natureza do contrato. Emissão de ações. O contrato de participação financeira tem natureza de promessa de subscrição e não de compra e venda de ações, expressamente vedada as sociedades anônimas (artigo 30 da Lei 6.404/76). Como há obrigatório nexo etiológico entre a ação e o capital (artigos 1º e 11º da Lei 6.404/76), a alteração do número de ações só pode ocorrer por autorização legal ou assemblear, como decorrência de modificação do valor do capital social (artigo 12º da Lei 6.404/76). Aquisição de linha telefônica. Interpretação de cláusula contratual vinculada a vontade das partes. Mandato conferido a concessionária para a subscrição das ações. A pretensão do requerente era a aquisição de uma linha telefônica e o sistema vigente impunha a obrigação de aquisição de ações da concessionária. Para tanto, pagou determinado preço e concedeu a concessionária mandato para promover a subscrição das ações correspondentes. Logo, não há falar em prejuízo passível de indenização e menos ainda em complementação de ações, considerando que recebeu o autor as ações que lhe cabiam pelo aporte de capital da época, de que derivou a subscrição, respeitada a legislação vigente, inexistindo perda e, conseqüentemente, prejuízo financeiro. Rejeitadas as preliminares , deram provimento ao apelo. Unânime. (TJRS – APC 70003570553 – 15ª C.Cív. – Rel. Des. Otávio Augusto de Freitas Barcellos – J. 20.02.2002)

AÇÃO RESCISÓRIA SUBSCRITA POR PROMOTOR DE JUSTIÇA - CAPACIDADE POSTULATÓRIA - INEXISTÊNCIA -ILEGITIMIDADE ATIVA DO ÓRGÃO DO PARQUET - CONFIGURAÇÃO - LEI 8.625/93 - EXEGESE.1. A Lei nº 8.625, de 12 de fevereiro de 1993, que institui a Lei Orgânica do Ministério Público, dispõe que os promotores de justiça gozam de legitimidade para a propositura, inclusive junto aos Tribunais de Justiça, das ações de mandado de segurança e habeas corpus.2. Tal competência, como sói acontecer com todas as regras jurídicas que a fixam, deve ser interpretada restritivamente, de forma a limitá-la apenas e tão-somente às ações mandamentais indicadas no texto infraconstitucional, afastando-se, por consegüinte, a legitimidade do órgão ministerial em atuação junto à 1a Instância para propositura de quaisquer outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça.3. Preliminar de ilegitimidade do Órgão do "Parquet" acolhida, para declarar extinto o processo sem julgamento do mérito. Maioria. (TJDFT - 20010020036713ARC, Relator ADELITH DE CARVALHO LOPES, 2ª Câmara Cível, julgado em 09/04/2003, DJ 20/08/2003 p. 33)







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