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Greenpeace acusa indústrias de não rotularem transgênicos

Notícias - Direito do Consumidor - Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2005

A gerente de Campanha de Engenharias Elétricas do Greenpeace, Gabriela Couto, acusou as empresas Bunge e Cargill de não respeitarem a determinação de rotular os produtos que contenham mais de 1% de organismos geneticamente modificados (OGM) em sua composição.

Segundo a gerente – que participa de audiência pública promovida pelas comissões de Meio Ambiente e de Defesa do Consumidor sobre comercialização de óleos comestíveis das marcas Soya e Liza contendo soja transgênica, sem rotulagem –, testes realizados pelo Greenpeace detectaram uma concentração de soja transgênica superior a 1% nessas marcas, o que tornaria obrigatória a rotulagem.

Os testes da ONG foram realizados nas fábricas da Bunge em Ourinhos (SP) e Dourados (MS) e da Cargill em Três Lagoas (MG). "As indústrias não rotulam porque não querem associar suas marcas a algo que pode ser considerado perigoso, já que ainda não se sabe que efeitos esses produtos provocam nos seres humanos", declarou Gabriela Couto.






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