Negada cela especial a advogada condenada por envolvimento em seqüestro

Julgados - Direito Penal - Quarta-feira, 13 de julho de 2005

A advogada Ana Cristina Ribeiro Wright, condenada pela prática de extorsão mediante seqüestro em crimes com envolvimento do grupo Primeiro Comando da Capital (PCC), teve negado o pedido liminar em habeas-corpus para que fosse mantida em cela especial. A decisão é do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Edson Vidigal.

Wright alega que, como advogada, detém a prerrogativa de não ficar em cela comum antes do trânsito em julgado da sentença condenatória. O habeas-corpus anteriormente apresentado ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) foi negado, o que levou a defesa a reiterar o pedido ao STJ.

O ministro Edson Vidigal afirmou, ao decidir, que, apesar de haver, no rosto da petição, menção ao clamor liminar, nos autos não foi encontrado tal pedido.

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